Nino Melark

Nino Melark

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Bandido agride PM e ainda tenta roubar o seu fuziu

                                           Gente o que voces estão vendo e pura realidade !

Como um policial militar em serviço vai prender um suspeito e acaba sendo agredido e  o sujeito  tenta roubar  o seu fuzio , é uma coisa barbara eu mim pergunto nessa hora : PORQUE UM  VAGABUNDO DESSE NÃO FAZ ESSA CENA AQUI NA BAHIA? No video que esta postado o bandido só e foi preso por causa de um policial civil mais que  pouca vergonha hem  policiais militar ! ainda quando o picial civil  segura  o bandido os policias ficam sem reação ou seja não sabe se será que tenho que botar as algemas nele? ou não? e isso ai o que esta acontecendo   no mundo !



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terça-feira, 17 de maio de 2011

Triste dia


Hoje acordei com um aperto no coração , mim deu vontade de chorar pois tinha perdido  o grande amor da minha vida  ,então jurei pra mim  mesmo que iria suporta tudo isso , continuei meu dia tomei café , almocei , sair com os meus amigos etc.. , mais o aperto no coração continuou  aff  que chato! Não tem ninguém pra mim dizer o que esse aperto  no coração pois não sei se vou agüentar , será que vou morrer? Ou posso esta com depressão , não sei acho que amanhã vou ao psicólogo , vou dor!
No dia seguinte acordei disposto a ir  no psicólogo , mim vesti tomei café , fui pro trabalho e no almoço quando  tive  uma vaguinha  entrei no carro e fui ao psicólogo , então chegando lá fiz minha ficha e esperei ser chamado . então chamaram meu nome , aff será que estou fazendo a coisa certa? Tomei coragem e disse vou entra naquela sala , sentar na cadeira e começa a conversa com  o psicólogo . quando entrei na sala fui abortado por uma medica e não um médico , pesei em sair como iria contar minha vida pra aquela mulher? Então  pensei o que pensei era totalmente preconceituoso , tomei coragem e entrei , ela disse: - Boa Tarde! Respondi: - Boa tarde então a medica começou a saber como eu estava eu disse que esta mais  ou menos , então comecei a falar da minha pra ela então comecei a falar e ela não disse uma palavra se quer , então quando falei do aperto  que sentia no coração ela então disse : - você tomou alguma decisão precipitada? Respondi: - sim , qual ? disse a medica , falei que minha namorada estava mim traindo mais agora descobri que ela não mim traiu . a medica então disse: - já senti isso também , - e o que é ? disse cheio de  curiosidade  então ela responde e quando você não toma as atitudes certas e o seu coração fica triste causando essa tristeza , e a sua maior tristeza e ter perdido sua namorada ,você julgou sem ter provas e você estava errado  .então ela disse: - Posso te dar um conselho , respondi : - sim  , vá atrás dela ela ainda e ama disse a psicóloga ,então agradeci pelo conselho e sair com o a mente limpa e tranqüila e aquele aperto no coração não existia mais ! então fui atrás de minha namorada minha vida , então chegando na casa dela vi que ela estava mim esperando , então pedi desculpa por ter agido daquela forma cruel  e ela aceitou , então pedir a mão dela em casamento e ela aceito , então os dias se passaram  nos casamos  e nunca mais sentir aquele aperto  no coração.


Lembraças

Hoje acordei feliz , pois irei a feira do livro no parque ,tomei banho , cortei  o cabelo, passei perfume etc.. então sair de casa com muita alegria pois eu lembrei que foi naquela feira que eu conheci Julia minha ex-namorada que por causa do trabalho agente se separou, então peguei  o ônibus e sem querer mim encontro  com Julia no ônibus !então sem graça eu disse: - Oi  ela então respondeu : - Oi ! como vai você Zeldec ? respondi rapidamente : - vou muito bem e você Julia ? então perguntei a ela : - você esta indo pra onde? Ela respondeu : -Estou indo na feira do livro e você ?   também respondi , então fomos conversando ate  ao parque , eu olhava pra ela e ela olhava pra mim e começamos a dar risadas sem motivos então falei : - engraçado  ta parecendo o dia em que agente se conheceu lembra? Sim  respondeu ela . você esta namorando ?perguntei a ela , então ela respondeu:- não então fiquei empolgado com a noticia , então chegamos a feira começamos a ver alguns livros então sem querer achamos um que  o tema dizia: - Nunca deixa de amar  , mesmo se a distancia quiser atrapalhar !  e agente se identificava com a história do livro mais quando chegou  no final foi diferente , por que agente não ficamos felizes para sempre então eu disse: - queria que a nossa história tivesse esse final feliz  também , então ela disse só depende de você ! eu disse : - por mim ta liberado , eu te amo Julia você foi a única pessoa que eu amei , eu nunca esqueci você! Então perguntei : - Julia você aceita namorar comigo de novo? Ela respondeu  cheia de alegria : - Sim , eu fiquei muito feliz com a noticia então  agente voltamos a namorar , noivamos e eu pedi a ela em casamento .e fomos feliz  para sempre.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

RIHANNA ( Only girl I the world) o video que não tem nada a ver com a musica

only girl  umas da mais tocadas em boates  ,casa de shows , festas e etc...
estorou na midia  com um simples toque de e uma simples batida criado por um programa , ou um aparelho de dj , teve  milhões de acessos no youtube , vendeu  mais de  milhões de copias no mundo inteiro .
Todo mundo gostou da musica , muitos comentários fãns etc,,,, enfim a musica  only girl  e  uma musica interessante e  massa ... esperavamos o video mais finalmente chegou! rihanna foi tão  sem graça ao criar o video pois não combina nada com a  musica , eu esperava algo melhor ............


                                                             E VOCÊ ?

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

BRITNEY SPEARS SUCESSO NO YOUTUBE

  A cantora britney lança seu novo video clip que esta fazendo sucesso na net .
 o video mostra que a terra esta  no ano de 21 de Dezembro de 2012 . todos para se salvar  se escondem no subterraneo  para se salvar e lá acaba se transformando em uma pista de dança ..


                                  ASSISTA O VIDEO


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cartas e Poemas

cartas

Retrato de JORMAR

Partida

Morrer não é o fim. A morte significa apenas mudança de plano de vida. Monteiro Lobato dizia: “quando morremos passamos do estado sólido para o gasoso, mas continuamos a ser os mesmos.”
A nossa essência é espiritual. Com a morte, abandonamos o corpo físico, mas o espírito continua sua jornada evolutiva em outra dimensão.
Morrer é inevitavel devemos encarar a morte com serenidade e confiança, pois ela é degrau para a ascensão espiritual de todos nós.
Depois da morte, continuaremos a ser o que já somos. A morte não nos fará nem melhores, nem piores do que realmente somos.
Os espíritos dos chamados mortos, continuam em todos os quadrantes de nosso orbe, demonstrando que realmente não morreram mas sim partiram mais cedo do que nós. Aparecem aos vivos, mandam mensagens escritas, aparecem em nossos sonhos, falam aos nossos ouvidos testemunhando a continuidade da vida após a morte. Viva como espíritos eternos e afaste definitivamente a idéia de que a morte é o fim, e nada tema porque sabemos que continuamos vivos para sempre e todos nos encontraremos um dia seja lá onde for. A dor é transitória, a doença também. Tudo está em processo de transformação. A vida eterna já está sendo vivida por nós, porque a morte não existe. E ainda digo mais penso que a morte é um premio e que o lugar em que as almas estão é o verdadeiro paraiso pois la nao existe, dor, fome ou qualquer tipo de sofrimento e sim uma energia maravilhosa, onde se pratica a caridade, a sensibilidae e o verdadeiro amor universal, pois finalmente estamos livre desse corpo tridimensional que nos prende, limita, nos enche de pre conceitos, atitudes desfavoraveis e sentimentos desnecessários pelo fato de convivermos nesse mundo material, onde chega-se a conclusao que o inferno é aqui mesmo parabéns para quem consegui superar isso aqui. Espero que vc se anime pois mesmo sua maezinha tendo partido ela continua ligada em vc torcendo para que vc viva o melhor possivel,sei que amor de mãe é insubtituível mas lembre-se que aqui na terra ainda existem muitas pessoas que te amam e uma delas sou eu.
(Marisa Cruz)

silêncio e voz (a sua)

quando eu não quiser mais falar
já com voz cansada
embargada
carregada de dor e culpa
nesse momento eu não irei dizer nada
pronunciar palavra alguma
por medo de que minha tristeza denuncie
o arrependimento de te magoar
no impulso de uma raiva idiota
eu me atreverei a conter silenciosa
as mil bobagens infantis
que certamente te feriria
e, possivelmente faria com que você
me olhasse com esses olhos infinitamente oblíquos
capaz de perturbar o espírito
confundir a alma
eu não
eu prefiro esse silêncio absurdo
onde só se ouve o barulho da nossa respiração
onde não há espaços pra dicotomias linguisticas
ou equívocos bobos, mas que ferem assim mesmo
despropositalmente
vamos, amor
eu só quero te ouvir cantar baixinho
quero que esse silêncio só seja rompido
pelo som da sua voz em melodia,
não há motivos pra brigarmos assim
essa guerra fria de sentimentos
queda de braço sem sentido,
canta pra mim, vai
por favor?
porque eu sei
que apesar das nossas diferenças
a nossa música
só a gente sabe de cor
a nossa história
só a gente entende
o nosso segredo
só a gente conhece
e eu prometo a você
não contar pra ninguém
mas só se você cantar pra mim agora!
J. Rebouças

Viagem pelo teu ser

Hoje me veio uma vontade, mas uma vontade tão diferente de tudo que já quis. Hoje meu amor desejei acordar num belo dia sendo você. Desejei ser você, pensei em como seria ser eu estando em você, saber o que sentes por mim, perceber teus medos, anseios, angustias. Olhar para mim através dos teus olhos, e saber o que mais gosta em mim, entender quais dos meus detalhes te fascinam, enxergar o que não gosta o que não quer... Quero me sentir revestida pela tua sensibilidade de poeta e somado a tudo que sinto, mergulhar na tua essência e te presentear com o amor puro e perfeito que tanto sonha. Seguindo a maravilhosa viagem por dentro de ti avisto um coração belíssimo brilhante pulsando pureza e felicidade, e ali me procuro, me procuro e me entristeço ao não me ver ali e de repente o amor me pega pelo braço e me olha no olho e me diz “ veja através de mim o que procuras” rapidamente me olho em volta e me vejo cravada em todos os lugares do seu corpo físico, mental e espiritual, me vejo rodeada por mim mesma e logo me ponho a refletir que precisei viajar por entre você para perceber algo tão simples e natural. Compreender que não existe separação entre nós, pois eu estou em você e você está em mim, o amor que nos une nos faz um só e a vida nos deu a oportunidade de desfrutar e mostrar ao mundo que o amor existe e é a força sutil que faz a conexão entre o homem e a felicidade. Por isso meu amor quando digo que te amo é apenas uma maneira de resumir rapidamente tudo isso para me expressar para você na correria das nossas vidas. Sinta-se o ser mais amado do mundo, infinitamente mais amado...
Evelyne Andrade
06/04/2011 às 01h14min: 45

Veneno

Acendo um cigarro... Mas eu que nem fumo... Vale a pena espalhar doses de nicotina intensa neste corpo livre da tua presença? Pois... Então apago-o...

Tenho tentado procurar respostas para certos casos... hoje sou como um Grisson e tenho uma equipa toda de recolha de informação que não é mais que um simples pensar moribundo, usado e já velho. Deixa-me que te diga umas coisas - e agora sentar-me-ia no lado inverso de uma cadeira, ar de detective: o coração humano não funciona como sonda, procurando pelos ruídos electroamorosos presentes na nossa atmosfera terrestre, fazendo-nos escolher entre este e aquele mortal. Merecemos bem mais que um corpo vendido, parado na lota de romances e prazer, parado e encostado com um preço já definido:
"Precisa de ser alta(o), bem composta(o) e boa pessoa - de preferência que goste já de mim e que goste de boa música também."
Ridículo... Temos escolhas caramba, não nos podemos deixar levar pela estúpida crença quase diplomática oriunda de contos ridículos que nos ensina que a "vida são dois dias", "é o destino", "aconteceu", e todas essas bugigangas. Temos escolhas, trilhos definidos por nós, não é esse Deus que nos comanda lá da janela dele, provavelmente sentado no sofá, comendo pipocas e bebendo Coca-Cola... Tenho andado para te escrever isto há algum tempo, sob influência do teu desprezar-me diariamente, o acordar sem a tua presença omnipotente, impedido pelo emprego diário matinal que me vai enchendo o pensamento, pelo estudo antecipado, defendendo um sonho velho e palpável.
O coração humano não tem sonda, amor,
e por isso não amo ninguém...

A Mensagem

Essa é a mensagem que eu não mandei para você
Quero me entregar a este amor com toda força de amar
Talvez não seja o que você esperava ouvir
Talvez essas palavras já não te diz nada
E, da mesma forma,
Eu também já não devo ser mais importante prá você
E enquanto a vida passa o destino vai nos pregando peças
Sei que minha vontade é ainda maior
Uma loucura total de ficar ao teu lado
Declarar todo esse amor que tenho em meu peito
Dizer que jamais poderei ser feliz sem você ao meu lado
Dizer da falta do calor que sinto o qual emanas de sua voz, do carinho que tivemos um ao outro
Dizer que você faz parte das horas que eu conto para o nosso encontro
Tudo isso está aqui, na mensagem que eu nunca mandei para você
Como é triste ler e reler nossas mensagens
Ler as nossas declarações de amor escrita em versos um para o outro
Pensar que essas poesias poderiam ter mudado a nossa história
Mudado o rumo do meu destino, deveria ter evitado uma atitude intempestiva de um amor tão lindo
É difícil acessar todos os dias minha caixa de mensagens
E ver que não foram escritas as paginas que faz parte dessas nossa história
O que me deixa mais magoada nessas mensagens é as que não foram escritas
E o que deixei de dizer nesse meio tempo o Quanto eu te amo!!! Nessa mensagem Quero deixar escrito em seu coração
Os meus sentimentos
Reafirmar o quanto eu te amo
E mostrar que não tenho medo de dizer isso olhando em seus olhos
Imagino que você já tenha sentido isso nos poemas que lhe escrevi
O reflexo da minha alma para você
E tenha a confiança que ela revela nosso amor
Uma história que tem razões para viver
Mas que ainda está gravada em nossas mentes
E que um dia nosso encontro não será mais sonhos e sim o despertar de uma realidade.
Ivaneti Nogueira

CARTA A UM VAMPIRO

Prezado Senhor,
Não tenho mais sangue para lhe oferecer. Talvez esse meu rosto rosado possa ter confundido V.Sª. É o sol implacável deste mês de fevereiro. É verão, há muita luz entrando no meu quarto. Gostaria que mantivesse distância e não se aproximasse dos meus portões. As trevas que alimentam sua existência foram dissipadas pela luminosidade que carrego comigo. Seja prudente e saia apenas à noite, como de costume. Compreendo sua sede. Eu não suportaria viver uma eternidade pálida, atravessando séculos em um aposento onde cabe apenas meu corpo.
Deixarei durante o dia uma taça de vinho para V.Sª. Beba assim que a grande estrela desaparecer. Faça um brinde solitário. A mim. A nós. E aos meus olhos que continuarão negros.
Sem mais,
Sandra Fuentes

Deixa lá...

Naquele fim de tarde éramos eu e tu, personagens centrais de um embrulho 8mm desconfiados das suas cenas finais… abraçados ao relento de um pôr-do-sol às 17:00h, frio e repleto de timidez que se desvanece como que um fumo de um cigarro. Eu tinha ido recarregar um vício de bolso, o mesmo que me unia, a cada dia, à tua presença transparente e omnipotente por me saudares dia e noite, por daquela forma prestares cuidados pontuais, como mais ninguém, porque ninguém se importara com a falta da minha presença como tu. Ainda me lembro da roupa que usara na altura: o cachecol ainda o uso por vezes; a camisola ofereci-a à minha irmã – olha, ainda anteontem, dia 20, usou-a e eu recordei até o cheiro do teu cabelo naquela pequena lembrança – lembro-me até do calçado: sapatilhas brancas largas, daquelas que servem pouco para jogar à bola; as calças, dei-as entretanto no meio da nossa história, a um instituto qualquer de caridade por já não me servirem, já no fim do nosso primeiro round. E olha, foi assim que começou e eu lembro-me.
Estava eu na aula de geometria, já mais recentemente, e, mais uma vez, agarrei aquele vício de bolso que nos unia em presenças transparentes; olhei e tinha uma mensagem: “Amor, saí da aula. Vou ao centro comercial trocar umas coisas e depois apanho o autocarro para tua casa”. Faço agora um fast forward à memória e vejo-me a chegar a casa… estavas já tu a caminho e eu, entretanto, agarrei a fome e dei-lhe um prato de massa com carne, aquecido no micro-ondas por pouco tempo… tu chegas, abraças-me e beijas-me a face e os lábios. Usufruo de mais um genial fast forward para chegar ao quarto. “Olha vês, fui eu que pintei” e contemplavas o azul das paredes de marfim da minha morada. Usaste uma camisola roxa, com um lenço castanho e um casaco de lã quentinho, castanho claro. O soutien era preto, com linhas demarcadas pretas, sem qualquer ornamento complexo, justamente preto e só isso, embalando os teus seios únicos e macios, janela de um prazer que se sentia até nas pontas dos pés, máquina de movimento que me acompanhou por dois anos.
Acordas sempre com uma fome de mundo, com doses repentinas de libido masculino, vingando-te no pequeno-almoço, dilacerando pedaços de pão com manteiga e café. Lembro-me que me irrita a tua boa disposição matinal, enquanto eu, do outro lado do concelho, rasgo-me apenas mais um bocado de mim próprio por não ser mais treta nenhuma, por já não me colocares do outro lado da balança do teu ser. A tua refeição, colorida e delicada… enquanto me voltavas a chatear pela merda do colesterol, abrindo mãos ao chocolate que guardas na gaveta da cozinha, colocando a compota de morango nas torradas do lanche, bebendo sumos plásticos em conversas igualmente plásticas sobre planos para a noite de sexta-feira. E eu ali, sentado no sofá da sala, perdendo tempo a ver filmes estúpidos e sem nexo nenhum enquanto tu, com frases repetidas na cabeça como “amor, gosto muito de ti e quero-te aos Domingos” – “amor, dá-me a tua vida sempre” – “amor, não dá mais porque não consigo mais pôr-te na minha vida” e nada isto te tirar o sono a meio da noite, como a mim. Enquanto estudo para os exames da faculdade num qualquer café da avenida, constantemente mais importado em ver se apareces do que propriamente com o estudo, acomodas-te a um rapaz diferente, a um rapaz que não eu, a um rapaz repentino e quase em fase mixada de pessoas entre eu, tu e ele. Que raio… Naquela noite, depois dos nossos corpos se saciarem, depois de toda a loucura de um sentimento exposto em duas horas de prazer, pediste-me para ficar ali a vida toda.
Passei o resto da noite a magicar entre ter-te e perder-te novamente, dois pratos de uma balança que tende ceder para o lado que menos desejo.
É forte demais tudo isto para se comover e, logo peguei numa folha de papel, seria nesta onde me iria despedir. Sem força, sem coragem, com todas aquelas coisas do politicamente correcto e clichés e envergaduras, sem vergonha, com plano de fundo todos os “não tarda vais encontrar uma pessoa que te faça feliz, vais ver”, “mereces mais que uma carcaça velha” e até mesmo um “não és tu, sou eu”… as razões eram todas e nenhuma. Já fui, em tempos, pragmático com estas coisas. Tu é que és mais “há que desaparecer, não arrastar”, “sofre-se o que tem que se sofrer e passa-se para outra”. Não se gosta por obrigação, amor…
Arranquei a tampa da caneta de tinta azul, mal sabia que iria tempos depois arrancar o que sinto por ti, sem qualquer medo nem enredo, tornar-me-ia mais homem justo à merda que o mundo me tem dado. Aliás, ao que o teu mundo me tem dado… ligo a máquina do café gostoso e barato, tiro um café e sento-o ao meu lado, por cima da mesa que aguentava o peso das palavras que eu ia explodindo numa página em branco. Vou escrevendo o teu nome... quão me arrepia escrever o teu nome, pintura em palavras de uma paisagem mista, ora tristonha, ora humorística… O fôlego vai-se perdendo aos poucos ornamentos que vou dando á folha… Hesitação? Dúvidas?... e logo consigo louvar-me de letras justapostas, precisamente justas ao fado que quiseste assumir à nossa história. Estou tão acarinhado pela folha, agora rabiscada e inútil a qualquer Fernando Pessoa, que quase deambulo, acompanhando apenas a existência do meu tempo e do tic-tac do meu relógio de pulso. Não me esqueço dos “caramba amor”, verso mais sublime a um expulsar más vibrações causadas por ti. Lembro-me do jardim onde trocávamos corpos celestes, carícias, toques pessoais e lhes atribuíamos o nome “prazer/amor”. Estou confuso e longe do mundo, fechando-me apenas na folha rabiscada com uma frase marcante no começo “Querida XXXXXX,”… e abraço agora o café, já frio, e bebo-o e sinto-o alterar-me estados interiores. Lembro-me de um “NÃO!” a caminho da tijoleira, onde a chávena já estaria estilhaçada…
Levantei-me algum tempo depois. Foste tu que me encontraste ali espatifado, a contemplar o tecto que não pintei, contemplando-o de olhos cintilantes… na carta que ainda estava por cima da mesa leste:
“Querida XXXXXX, tens sido o melhor que alguma vez tive. Os tempos que passamos juntos são os que etiqueto “úteis”, por sentir que não dou valor ao que tenho quando partes. Nunca consegui viver para ninguém senão para ti. Todas as outras são desnecessárias, produtos escusados e de nenhum interesse. Ainda quero mesmo que me abraces aos Domingos, dias úteis, feriados e dias inventados no nosso calendário. M…”
Quis o meu fado que aquele "M" permanecesse isolado, sem o "as" que o completaria... e quis uma coincidência que o dia seguinte fosse 24 de Março... e eis como uma carta de despedida, que sem o "Mas", se transformou ali, para mim e para sempre, numa carta precisamente um mês após me teres sacrificado todo aquele sentimento nosso.
Ela nunca me esqueceu... não voltou a namorar como fizemos... e ainda hoje, quando ouço os seus passos aproximarem-se do meu eterno palácio de papel onde me vem chorar, ainda que morto, o meu coração sangra de dor...

*UM DIA QUALQUER*

nem sei por onde começar...ah, claro! pelo começo, ora bolas! sútil você, não?! sim, começo pelo inicío, mas sem toda aquela chatice de, parágrafo, letra maiúscula e, aquele tom pomposo, articulado e formal. que DEUS (sim o meu deus atrevo a escrever com letra maiúscula em todas as palavras, pois na minha mortalidade, e um pouco de consciência religiosa - e tenho, viu? - me confere o direito de expressar toda a sua magnitude, estendendo assim o maiúsculo do ínicio ao fim, somente no caso da palavra deus, se é que me entendem)...onde estava? ah, sim! que DEUS tenha a bondade de me poupar dos "pasquales" de plantão, pois além de não começar por páragrafo nenhum, terei a ousadia (ou ignorância - conforme supor os que "me lerem"), de usar de forma indiscrinada acentos e, talvez nem me lembrarei de usalos quando necessario.justifiquei?! faço isso como uma pequenina consideração com os desavisados. dito isto começo minha carta. pelo inicio, enfim. o que me leva a escrever no momento é o tédio..sim..o t e d i o..palavra chatinha de se dizer, se escrever e, quanto mais..sentir! pois é...ele tem me pegado de surpresa. é´h tedio mas nao o subestimais minha gente. ele pode ser surpreendente. chega como um ladraozinho de esquina pra roubar um pouco do que parece ser sua felicidade, te abatendo, te fazendo pequenininho, tanto que, você se sente murchar e, por fim..desaparecer por completo no esquecimento das emoções. sim! porque quando você começa a sentir o tedio, ele ja tomou forma, jeito, cheiro e, daí então você não sente mais nada. absolutamente nada!!!!!!!!!!! como se tivesse anestesiado por uma droga...
(AI GENTE, DEPOIS EU TERMINO...MEU EXPEDIENTE ACABOU..TÉ MAIS)

Deixa lá...

Naquele fim de tarde éramos eu e tu, personagens centrais de um embrulho 8mm desconfiados das suas cenas finais… abraçados ao relento de um pôr-do-sol às 17:00h, frio e repleto de timidez que se desvanece como que um fumo de um cigarro. Eu tinha ido carregar um vício de bolso, o mesmo que me unia, a cada dia, à tua presença transparente e omnipotente por me saudares dia e noite, por daquela forma prestares cuidados pontuais, como mais ninguém, porque ninguém se importara com a falta da minha presença como tu. Ainda me lembro da roupa que usara na altura: o cachecol ainda o uso por vezes; a camisola ofereci-a à minha irmã – olha, ainda anteontem, dia 20, usou-a e eu recordei até o cheiro do teu cabelo naquela pequena lembrança – lembro-me até do calçado: sapatilhas brancas largas, daquelas que servem pouco para jogar à bola; as calças, dei-as entretanto no meio da nossa história, a um instituto qualquer de caridade por já não me servirem, já no fim do nosso primeiro round. E olha, foi assim que começou e eu lembro-me.
Estava eu na aula de geometria, já mais recentemente, e, mais uma vez, agarrei aquele vício de bolso que nos unia em presenças transparentes; olhei e tinha uma mensagem: “Amor, saí da aula. Vou ao centro comercial trocar umas coisas e depois apanho o autocarro para tua casa”. Faço agora um fast forward à memória e vejo-me a chegar a casa… estavas já tu a caminho e eu, entretanto, agarrei a fome e dei-lhe um prato de massa com carne, aquecido no micro-ondas por pouco tempo… tu chegas, abraças-me e beijas-me a face e os lábios. Usufruo de mais um genial fast forward para chegar ao quarto. “Olha vês, fui eu que pintei” e contemplavas o azul das paredes de marfim da minha morada. Usaste uma camisola roxa, com um lenço castanho e um casaco de lã quentinho, castanho claro. O soutien era preto, com linhas demarcadas pretas, sem qualquer ornamento complexo, justamente preto e só isso, embalando os teus seios únicos e macios, janela de um prazer que se sentia até nas pontas dos pés, máquina de movimento que me acompanhou por dois anos.
Acordas sempre com uma fome de mundo, com doses repentinas de libido masculino, vingando-te no pequeno-almoço, dilacerando pedaços de pão com manteiga e café. Lembro-me que me irrita a tua boa disposição matinal, enquanto eu, do outro lado do concelho, rasgo-me apenas mais um bocado de mim próprio por não ser mais treta nenhuma, por já não me colocares do outro lado da balança do teu ser. A tua refeição, colorida e delicada… enquanto me voltavas a chatear pela merda do colesterol, abrindo mãos ao chocolate que guardas na gaveta da cozinha, colocando a compota de morango nas torradas do lanche, bebendo sumos plásticos em conversas igualmente plásticas sobre planos para a noite de sexta-feira. E eu ali, sentado no sofá da sala, perdendo tempo a ver filmes estúpidos e sem nexo nenhum enquanto tu, com frases repetidas na cabeça como “amor, gosto muito de ti e quero-te aos Domingos” – “amor, dá-me a tua vida sempre” – “amor, não dá mais porque não consigo mais pôr-te na minha vida” e nada isto te tirar o sono a meio da noite, como a mim. Enquanto estudo para os exames da faculdade num qualquer café da avenida, constantemente mais importado em ver se apareces do que propriamente com o estudo, acomodas-te a um rapaz diferente, a um rapaz que não eu, a um rapaz repentino e quase em fase mixada de pessoas entre eu, tu e ele. Que raio… Naquela noite, depois dos nossos corpos se saciarem, depois de toda a loucura de um sentimento exposto em duas horas de prazer, pediste-me para ficar ali a vida toda.
Passei o resto da noite a magicar entre ter-te e perder-te novamente, dois pratos de uma balança que tende ceder para o lado que menos desejo.
É forte demais tudo isto para se comover e, logo peguei numa folha de papel, seria esta, onde me iria despedir. Sem força, sem coragem, com todas aquelas coisas do politicamente correcto e clichés e envergaduras, sem vergonha, com plano de fundo todos os “não tarda vais encontrar uma pessoa que te faça feliz, vais ver”, “mereces mais que uma carcaça velha” e até mesmo um “não és tu, sou eu”… as razões eram todas e nenhuma. Já fui, em tempos, pragmático com estas coisas. Tu é que és mais “há que desaparecer, não arrastar”, “sofre-se o que tem que se sofrer e passa-se para outra”. Não se gosta por obrigação, amor…
Arranquei a tampa da caneta de tinta azul, mal sabia que iria tempos depois arrancar o que sinto por ti, sem qualquer medo nem enredo, tornar-me-ia mais homem justo à merda que o mundo me tem dado. Aliás, ao que o teu mundo me tem dado… ligo a máquina do café gostoso e barato, tiro um café e sento-o ao meu lado, por cima da mesa que aguentava o peso das palavras que eu ia explodindo numa página em branco. Vou escrevendo o teu nome... quão me arrepia escrever o teu nome, pintura em palavras de uma paisagem mista, ora tristonha, ora humorística… O fôlego vai-se perdendo aos poucos ornamentos que vou dando á folha… Hesitação? Dúvidas?... e logo consigo louvar-me de letras justapostas, precisamente justas ao fado que quiseste assumir à nossa história. Estou tão acarinhado pela folha, agora rabiscada e inútil a qualquer Fernando Pessoa, que quase deambulo, acompanhando apenas a existência do meu tempo e do tic-tac do meu relógio de pulso. Não me esqueço dos “caramba amor”, verso mais sublime a um expulsar más vibrações causadas por ti. Lembro-me do jardim onde trocávamos corpos celestes, carícias, toques pessoais e lhes atribuíamos o nome “prazer/amor”. Estou confuso e longe do mundo, fechando-me apenas na folha rabiscada com uma frase marcante no começo “Querida XXXXXX,”… e abraço agora o café, já frio, e bebo-o e sinto-o alterar-me estados interiores. Lembro-me de um “NÃO!” a caminho da tijoleira, onde a chávena já estaria estilhaçada…
Levantei-me algum tempo depois. Foste tu que me encontraste ali espatifado, a contemplar o tecto que não pintei, contemplando-o de olhos cintilantes… na carta que ainda estava por cima da mesa leste:
“Querida XXXXXX, tens sido o melhor que alguma vez tive. Os tempos que passamos juntos são os que etiqueto “úteis”, por sentir que não dou valor ao que tenho quando partes. Nunca consegui viver para ninguém senão para ti. Todas as outras são desnecessárias, produtos escusados e de nenhum interesse. Ainda quero mesmo que me abraces aos Domingos, dias úteis, feriados e dias inventados no nosso calendário. M…”
Quis o meu fado que aquele "M" permanecesse isolado, sem o "as" que o completaria... e quis uma coincidência que o dia seguinte fosse 24 de Março... e eis como uma carta de despedida, que sem o "Mas", se transformou ali, para mim e para sempre, numa carta precisamente um mês após me teres sacrificado todo aquele sentimento nosso.
Ela nunca me esqueceu... não voltou a namorar como fizemos... e ainda hoje, quando ouço os seus passos aproximarem-se do meu eterno palácio de papel onde me vem chorar, ainda que morto, o meu coração sangra de dor...

Retrato de raqueleste

O que quero.

Quero ouvir:
Uma canção bonita
Quero sentir:
Seus lábios juntos aos meus
Quero tocar:
Sua suave pele
Quero fazer:
Amor hoje contigo
Quero ser:
Muito mais que amigo
O que eu mais desejo:
E te fazer feliz.

Homen Creu

Assassino da escola de Realengo (Rio) deixou uma carta

Autoridades confirmam mortes de crianças após invasão de escola em Realengo

Rio - As autoridades confirmaram, nesta quinta-feira, que doze crianças morreram no ataque de um atirador a uma escola municipal de Realengo, na Zona Oeste da cidade. Nesta manhã, um homem efetuou diversos disparos contra professores e alunos causando desespero e pânico no local. A morte do atirador também foi confirmada. Ele teria se matado com um tiro na cabeça e deixado uma carta explicando as razões do crime. Cerca de 30 pessoas ficaram feridas.
Foto: Reprodução da TV
Milhares de pessoas se aglomeram em frente à escola na tentativa de conseguir idetentam identificar as vítimas do atentado à escola em Realengo | Foto: Reprodução da TV
Uma multidão de pessoas se aglomeram em frente à Escola Municipal Tasso Silveira, localizada na Rua General Bernardino de Matos, em busca de informações. Um cordão de isolamento precisou ser montado pela PM para facilitar o trabalho de socorro às vítimas. O prefeito Eduardo Paes e representantes da Secretaria Muncipal de Educação foram para a escola para apurar o ocorrido e tomar providências necessárias.
>> Envie relatos, fotos ou vídeos do ataque à escola em Realengo para o Conexão Leitor
Responsáveis pelos alunos afirmaram que o criminoso teria invadido uma sala do nono ano e disparado mais de cem vezes contra crianças com idades entre 12 e 14 anos. "As crianças disseram que foi um grande banho de sangue. Uma cena horrível", disse um pai de aluno.
O criminoso foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos. De acordo com o 14º BPM (Bangu), o assassino seria aluno da escola, já que teria sido identificado por uma carteirinha. Ele teria entrado no colégio dizendo que era um palestrante e aberto fogo contra os estudantes. Há outra versão para o crime: o atirador seria o pai de uma aluna que sofria de bullying (violência por parte de alunos).
Foto: Reprodução da Internet
A fachada da escola Tasso da Silveira, invadida por um jovem armado com dois revólveres na manhã desta quinta-feira | Foto: Reprodução da Internet
Disfarçado, ele foi a uma sala localizada no terceiro andar do prédio onde cerca de 40 alunos assistiam a uma aula de Português e efetuou os disparos com dois revólveres calibre 38. Após balear as crianças, ele teria atirado contra a própria cabeça.
Helicópteros do Corpo de Bombeiros levaram os feridos a um campo de futebol localizado nas redondezas pa
Os feridos foram levados ao Hospital Albert Schweitzer. De acordo com a equipe médica, Wellington atirou diretamente contra a cabeça das crianças, com a clara intenção de matá-las. Policiais militares e enfermeiros da unidade afirmam que o cenário é de desespero, sangue e de guerra. "Tem muita confusão de pessoas e policiais aqui no Albert Schweitzer. É um completo caos", disse um morador à Rádio Band News. Os casos mais graves estão sendo transferidos para hospitais particulares e da rede federal da região.
ra receber os primeiros socorros. Muitas macas estão espalhadas pelo chão para receber os baleados.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

SAUDADES...

   Sorri quando a dor te torturar. E a saudade atormenta os teus dias tristonhos vazios.
Sorri quando tudo terminar quando nada mais restar do teu olhar sonho encantador. Sorri quando o sol perde a luz e sentires uma cruz nos teus ombros cansados doloridos.
Sorri vai mentindo a sua dor e ao notar que tu sorris todo mundo irá supor que és feliz!

PORQUE TEM QUE SER ASSIM?

                                                          


Porque te amar, sofrer assim sem pensar, não quero imaginar que sem você vou ficar. Sei que a saudade vai apertar a distância vai machucar mesmo assim vou te amar e contigo sonhar e sempre lembra do seu cheiro no ar da felicidade em seu olhar a brilhar sem pensar, pra sempre te amar!
E aqui sigo a te esperar esperando pra te abraçar, te beijar, te amar e sonhar a vontade de está com você em meu coração reinará. Enquanto isso, a vontade de chorar a dor por um amor que acabou consome o meu ser.
E essa tristeza que bate no peito esse anseio que aumenta o desejo de ter seu corpo por inteiro.....

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Que e o Amor?









 "O que é o amor? Amor é quando uma pessoa conhece todos seus segredos... seu mais profundo, escuro, e terrível segredo que ninguém mais no mundo conhece... e ainda no fim, aquela pessoa não pensa menos de você; até mesmo se o resto do mundo o faz."


 "O amor é a ocasião única de amadurecer, de tomar forma, de nos tornarmos um mundo para o ser amado. É uma alta exigência, uma ambição sem limites, que faz daquele que ama um eleito solicitado pelos mais vastos horizontes."


                         

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Carta Para Meu Pai E Minha Mãe

Eu Não Sou Perfeito 
                                            




  Pai, Mãe, nem tudo na vida  da gente é como queremos ou gostamos. Nem sempre compramos, comemos ou usamos o que nos agrada. A vida é assim mesmo, nunca conseguimos agradar a todos, sempre tem aquele que está insatisfeito com alguma coisa que falamos ou fizemos. Pois é, e eu novamente não sendo a alegria da casa, da familia. E quem se importa com isso? Eu não Eu sendo feliz, basta . Pai e Mãe, só se tem um de sangue, mais existem vários de coração. Mãe, Pai eu não sou o que vocês queriam que eu fosse, eu não fiz o que vocês queriam que eu fizesse, eu não seguir o caminho que vocês tentaram traçar para mim. A caminhos que na vida da gente aos olhares de outros parecem inadmissíveis, errados, mais na verdade eles não entendem que é o caminho da nossa felicidade.
FELICIDADE, bom tocar nessa palavra. Para muitos pais e mães, ela só está concretizada, quando realizada nos filhos  o desejo que eles sempre tiverão e nunca realizaram.
PRECONCEITO, outra palavrinha mágica que existem em vários lares, o meu é um deles. Isso sufoca, machuca e muito.
Pai, Mãe,  eu não sou e nem vou ser o que vocês querem, sonham ou sonharam quem eu fosse. Eu tenho uma vida própia, não sou fantoche. 
Pai, Mãe, me desculpem pois eu não realizei e nunca realizarei o sonho de vocês. Pai, Mãe, me desculpem.... Pois eu não sou PERFEITO.


Garoto do blog...